
Isto passou-se numa altura que eu andava chateada com o Marco (aka a minha alma gémea sexual). Recusei as proposta de sexo dele e ele chateou-se também. Mas um dia ligou-me e pediu-me para o levar a casa porque estava sem boleia e eu apesar das cenas todas acabei por o ir apanhar e levar a casa.
Chegámos ao pé de casa dele e ele não tem mais nada, salta para os bancos de trás. Pergunto-lhe porquê que fez aquilo e ele respondeu que era para falarmos os dois e como tal tinha de ir para junto dele. Disse-lhe logo que não, porque já sabia o que é que ele queria na verdade. Ele coloca-se atrás do meu banco, agarra-me pelo pescoço com uma mão e com a outra tenta apalpar-me as mamas por de dentro da camisola. Eu não deixo, ele manda-me parar de resistir, mas eu continuo a não deixar. Ele diz junto do meu ouvido: "Pára com isso e olha-me nos olhos!". Eu só pensava que se o olhasse nos olhos ele iria ver que eu já estava cheia de tesão por ele me desejar assim e eu iria ceder. Ele agarrou-me pelo cabelo e fez com que eu virasse a cara para o lado e lá estavam aqueles olhos carregados de desejo. Beijou-me naquele instante, ainda tentei resistir mas pouco depois cedi aos beijos deliciosos dele. Não sei se é por os beijos dele serem raros ou por serem mesmo bom mas a verdade é que tiram do sério. Ele segredou-me ao ouvido para eu ir para ao pé dele mas eu disse que não podia ser e ele disse que se não fosse que ele iria embora e nunca mais falava comigo. Como sei que ele não é gajo de bluffs, concordei em ir.
Mal fechei a porta, ele agarrou-me logo e voltou a beijar-me. Pedi para parar e falarmos um bocado das cenas todas, mas ele voltou a agarrar-me, beijar-me e aproveitou para me meter a mão dentro das calças e começar a massajar a minha coninha. Eu comecei logo a gemer. "Sua putinha, para quem não queria nada já estás toda ensopada", disse ele com um sorriso maroto muito próprio dele, "tu achas que me consegues resistir?". Tentei dizer-lhe para parar mas sempre que eu começava a falar ele mexia os dedos na minha coninha e eu gemia bem alto. Ele começa a tirar o pau dele para fora e aproveita eu estar com a boca aberta a gritar para o meter dentro dela. Eu tento resistir mas sem sucesso (até porque eu adoro chupar aquele pau). Ele agarra-me no cabelo e obriga-me a chupá-lo todo. Eu engolo-o todo até ao fundo. "Diz lá que não queres este caralho dentro dessa cona... deixa-me senti-la!", gemeu ele. Eu respondi entre gemidos junto ao ouvido: "Não, pára, deixa-me, não quero que me fodas!". Ele soltou um gemido e disse: "Ai! Adoro quando falas assim ao meu ouvido, dá-me um tesão! Vou-te foder toda sua puta! Diz-me o que é que tu és?", mas eu não respondi e ele continuo a insistir aquelas palavras que eu já conheço tão bem. Ele passa-se, vira-me de rabo para ele, baixa-me as calças e o fio e mete o pau dele todo dentro de mim. Eu mando um grito de prazer e ele volta a repetir "o que é que tu és?", "Sou uma putinha!", gemo eu e ele pergunta "sabes que não é isso que eu quero! o que é que tu és?" enquanto me começa a foder com força e eu grito "Sou a TUA putinha! Fode-me!". Ele agarra-me no cabelo e fode-me com toda a força enquanto me manda palmadas com a outra mão. Fodemos com toda a força, eu continuei a pedir com mais força até nos virmos os dois.
No final ele vira-se para mim e diz: "Achavas mesmo que me resistias? Tu adoras o meu pau!", eu respondi-lhe "Vai-te foder!" e ele com um sorriso maroto retorquiu "Olha a menina... ainda há pouco tava toda putinha a falar e agora já fala assim tão bem!", sorri também (daquele género de sorriso do tipo "para a próxima tás fodido comigo") e disse-lhe "És um cabrão, sai do meu carro!". Sorriu, tentou dar-me um beijo mas eu desviei-me e foi-se embora.
E eu fui embora a pensar: "É mesmo um cabrão e um filho da puta mas eu gosto é de gajos assim e adorei esta foda!".
que tesao de historia e tesao de mulher que deves ser. cheio de vontade de ir bem fundo nessa cona.
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