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Conta-me tudo

Esta página é só para ti.
Conta-me uma aventura tua, um sonho que tenhas tido (talvez até comigo) ou até uma fantasia tua.
Adorava saber o que vai nessa cabecinha... hummm...


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Sábado, dia chuvoso, teve um final de noite fantástico. Logo após o jantar, com a desculpa do futebol, escapei-me para casa da Ana. Esperava-me uma recepção e tanto, estávamos os dois ainda com tesão da noite anterior e beijámo-nos como se calhar nunca o tínhamos feito, com chama e sofreguidão, a língua dela entrou na minha boca e a minha foi sugada pela sua boca. Eu sentei-me no sofá e ela sentou-se no meu colo e, entre beijos, punha as mamas na minha cara e perguntava se as tinha visto na noite anterior, eu respondia que sim e punha a minha língua entre elas através do decote, as minhas mãos passavam pelo seu corpo e ela esfregava-se em mim, o tesão subia em espiral.

Ela desapertou-me as calças e tirou para fora o meu caralho já quase duro, de imediato o colocou na boca e iniciou o broche que ela sabe que eu adoro, entre chupadas fazia-me recordar a noite anterior e eu confessava que a dança com o colega que se esforçava por lhe pôr as mãos me tinha dado um grande tesão, confessava que pensava que ele lhe punha as mãos mas eu é que a ia comer mais tarde. Enquanto falávamos ela alternava o broche com uma punheta que me punha louco, as unhas não estavam pintadas como de costume mas mesmo assim eu sentia-me no céu, ela lambia-me a glande e dizia «leitinho bom», eu estava doido, e disse-lhe: «Ana, não me tentes, olha que eu venho-me já, e antes disso queria foder-te como pensei toda a noite de ontem. Quero montar-te, foder-te à canzana.» Dito isto, fomos para o quarto. Ela, antes de se deitar, aproveitou o facto de eu ainda estar de pé e abocanhou o meu caralho, esta imagem reflectida no espelho do quarto deixa-me louco e ela sabe! Depois deitou-se na cama e eu deitei-me nela, estava maluco e ela colaborava, dizendo:

 «Quero ser montada, quero sentir o teu peso, preciso de peso.» 
Eu dizia: «És uma puta, só queres peso.» 
Ela delirava, só eu sei como ela gosta que lhe chamem puta. Eu tentava controlar-me, ela dizia aguenta, várias vezes tive de fazer uma pausa para não me vir, ela só dizia:
«Cabrão, porque paraste? Mãe, és tão bom!» 

Decidi então fazê-la vir com os meus dedos, meti dois dedos na cona encharcada e comecei a fazer magia, a Ana delirava e eu disse-lhe: 
«Vou completar com um minete.» 
Ela em jeito de desafio diz-me: «Não és capaz...» 

Então, comecei a passar a minha língua no seu grelo e ao mesmo tempo os meus dedos continuavam a fazer o seu efeito, ela começava a delirar e a chamar pela mãe (sinal nela de que o gozo está próximo). Eu, entre lambidelas, dizia «És tão puta, chavala», frase fetiche entre nós, mas acho que ela já não ouvia dado que gemia tão alto que os vizinhos devem ter subido o volume da televisão. Ela então veio-se, por vezes penso se ela será capaz de fingir um orgasmo, e então eu pergunto-lhe o que queria agora, ela diz: 

 «Quero que me comas à canzana. Não era isso que pensavas ontem?» 
 Eu respondo: «Sim, vira esse cu para mim.» 

 Dito e feito. Comecei a comê-la à canzana o que, como tudo, é sempre um compromisso. Ela gosta que a agarrem pelas ancas (todas gostam), eu gosto de lhe puxar o cabelo (como todos, não?), ela não gosta de palmadas no cu (que pena!). Mais uma vez, o espelho do quarto mostra-me uma imagem fantástica: ela de quatro, eu de joelhos atrás dela! Iniciamos uma corrida, ambos lutamos, ela para se vir e eu para que não me aconteça logo. Assim que começam os incentivos «Fode-me, come-me à canzana», eu esforço-me para satisfazer os seus pedidos e levá-la onde ela quer. Ela também colabora, não sendo difícil de satisfazer. Quando se veio mais uma vez, rolou na cama e disse-me com um sorriso nos lábios: 

 «Agora podes ir embora.» 
Eu digo-lhe: «Nem pensar! Eu quero vir-me!» 
Ao que ela responde: «Queres vir-te? Como? Na minha boca?» 
Ela sabe que eu deliro com estas perguntas e diz: «Deita-te. Vou-te fazer vir, vou-me pôr no meio das tuas pernas.» 

De repente muda de ideias e diz: 
«Acho que hoje te vais vir como um boi, por isso vais-te vir na minha cara», e deita-se para que eu me coloque por cima dizendo-me: 
«Bate uma punheta para mim, dá-me o teu leitinho.»

Eu, como tenho de atender a estes pedidos, não me faço rogado e nem um minuto aguento, venho-me com "ans" de lenhador e ela com gemidos de satisfação sente a sua cara ficar cheia do meu leitinho. Tenho de confessar que para mim é sempre uma visão ver o meu leite espalhado nela. Ficamos agora deitados na cama, exaustos (pelo menos eu), o resto da noite de sábado foi passado na cama a conversar, até que chegou a hora de voltar para o lar. 

A Inês já dormia e pensei «Que pena, podia aproveitar para testar a minha capacidade e comê-la ainda esta noite...». Fica para a próxima...

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