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Que foda! (1ª PARTE)






   Estava deitada na minha cama com os braços cruzados por cima da almofada e a cabeça apoiada neles, olhando fixamente para o computador, apenas com o fio dental preto vestido. Janelas abertas que deixavam entrar uma leve brisa fresca que percorria todo o meu corpo, um luar que entravam e iluminava o meu maravilhoso rabinho.

   De repente, ouvi um som vindo do computador, levanto a cabeça, “Ricardo!” e sorrio. Era ele, o meu amigo secreto virtual. Já falávamos há algum tempo mas nunca tinha estado com ele pessoalmente nem sequer o tinha visto na web nem em fotos. Começámos a falar como já era normal. Mas desta vez ia ser diferente…

   Eu comecei a provocá-lo, dizendo que estava na cama toda nua. Ele correspondia com mais provocações. Até que ele, surpreendentemente, disse o que ambos desejávamos há muito tempo. “Vamos estar juntos?”. Sorri ainda mais, uma espécie de um sorriso maroto. Disse logo que sim. Mas ele disse que gostava de manter o suspense, que queria estar comigo, mas não queria que eu o visse. Por isso, sugeriu que eu vendasse os meus olhos. Combinámos melhor os pormenores do encontro. O Ricardo vinha ter comigo a minha casa e eu tinha de estar na minha cama, vendada, à espera dele.

   E assim foi. Eu coloquei uma venda nos olhos, amarrei um pulso à cama, deitei-me de barriga para baixo e esperei ansiosa e nervosa pelo Ricardo. Ele entrou sorrateiramente pela porta das traseiras. Ouvi-o a subir as escadas, a aproximar-se do meu quarto, a entrar e ficar parado perto da minha cama. Ouvi os passos dele à volta a cama, como um tigre a rodear a sua presa antes de atacar. Ouvi-o a despir-se. Depois senti as mãos quentes e fortes dele a agarrarem as minhas pernas. Passou as mãos primeiro pelos meus tornozelos, depois subiu lentamente, passou pelo meu rabinho empinado, pelas costas e voltou a descer até ao rabo. Ele parecia estar adorar. Beijou-me o rabo e senti um arrepio. Colocou-se atrás de mim e senti o seu pau duro a roçar no meu rabo. Senti as mãos dele a deslizar pelo meu corpo em direcção às minhas mamas e começou a massajar-me. A minha coninha rapidamente ficou húmida e quente, contorci-me na cama, fazendo com que o meu rabo roçasse ainda mais no pau do Ricardo.

   De repente, ele pára e, violentamente, vira-me de barriga para cima. Sinto que ele está a observar o meu corpo e, principalmente, as minhas mamas. Agarra-me as mamas e passa a língua nos meus mamilos já duros. Delirei. Então, ele passa a mão por todo o meu corpo e desce até à minha coninha. Mete a mão por baixo do fio dental e fica doido com uma coninha assim fofinha, macia, rapadinha, húmida e quente. Ele não aguenta, tira a boca dos meus mamilos, tira-me o fio dental, segura-me fortemente nos joelhos, ligeiramente flectidos, e abre-os. Eu, ainda com os olhos vendados, sinto os lábios macios dele a beijarem-me a barriga, o umbigo e a irem descendo até à minha coninha. Sinto a língua dele a passar na minha cona húmida e a barba que fazia cócegas. “Hummmm!”, gemi eu. Dos melhores minetes que alguma vez me tinham feito. Lambuzou-me a cona toda e eu nem me aguentei e vim-me na língua dele. Ele saboreou bem e depois beijou-me para que eu também a saboreasse. Eu provei. Nunca antes um homem tinha feito tal coisa, mas adorei. Ele levantou-me as pernas e começou a colocar o pau húmido na minha cona maravilhosa. Começou por o colocar devagarinho e eu comecei a gemer, depois ele aumentou o ritmo e eu gemi bem alto de prazer, revirei os olhos e cravei as unhas no colchão da cama. Ele pára. Pega-me novamente e coloca-me de 4 como se fosse uma simples boneca. Penetrou-me novamente na coninha, agarrou-me nas ancas e puxou-me para ele com força. Fodeu-me cada vez mais forte e eu vibrava e gritava de prazer. “Vou-me vir!”, disse ele. Enfiou-me o pau mais 3 vezes e sinto os jactos de leite dentro de mim. Eu vim-me logo a seguir. Ambos mandámos um último grito de prazer.

   Falham-me os joelhos e caio em cima da cama e ele deita-se ao lado ao meu lado, põe o braço à minha volta e agarra-me. “Que foda espectacular”, suspiramos os dois ao mesmo tempo. E rimo-nos. Sinto-o a beijar-me a testa e a desamarrar-me. Abraço-o.

Comentários

  1. a minha maior loucura foi no parque da cidade. um belo dia em que fui ter com uma rapariga lá durante o dia e conversa puxa conversa acabou sentada em cima de mim com gente a passar a beira e tudo. Só depois de termos terminado o serviço é que parei e pensei: fogo somos grande malucos. mas valeu bem a pena. ;)

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