Tinha combinado com o Diogo ver um filme em casa dele. Ele é meu amigo há já algum tempo e sempre foi impecável comigo, mas estranhei um pouco aquele convite. Cheguei a casa dele, entrei, cumprimentei-o e fomos para o quarto dele. Ele estava vestido com umas calças de ganga e uma camisa preta que lhe ficava a matar. Eu fui com uma saia preta e uma blusa. Entrámos no quarto dele, sentei-me na beira da cama e ele à minha frente numa cadeira.
Conversámos, rimos e, no meio das gargalhadas, apercebi-me que o Diogo estava a olhar para o meu decote, mas preferi não comentar nada. Decidimos começar a ver o filme. Depois do filme escolhido, deitámo-nos na cama, lado a lado, deitados de barriga para baixo, a olhar para o ecrã do portátil. O filme começou e o Diogo colocou o braço nos meus ombros. Olhei para ele (um pouco corada) e perguntei:
- Que estás a fazer?
- Nada. Parecia que estavas com frio. Porquê? Incomoda-te? – disse ele.
- Não… Deixa estar.
Achei piada à situação e percebi onde é que ele queria chegar mas continuei sem lhe dizer nada, apenas sorri e voltei a olhar para o ecrã. Enquanto via o filme senti-me observada, parecia que por vezes o Diogo estava a olhar para mim de alto a baixo, mas não liguei. Então, o Diogo começa a passar a mão no meu corpo… nas costas… no meu rabinho jeitoso e maravilhoso… E perguntei-lhe novamente o que é que ele estava a fazer. Ele nem me deixou acabar de falar e espetou-me um valente beijo. Fiquei um pouco surpresa mas deixei-me levar.
Coloquei-me logo em cima dele e continuei a beijá-lo na boca… no pescoço… no peito. Desapertei-lhe a camisa e continuei a beijá-lo, cada vez mais para baixo. Tirei-lhe o cinto, desapertei-lhe o botão das calças, desci-as e baixei também os boxers. O pau dele saltou de dentro dos boxers. Era tão grande e grosso e estava muito duro. Comecei a lamber-lhe a cabecinha e depois o pau todo e em seguido meti-o todo na boca. “Meu deus… Tu és mesmo doida! E chupas tão bem! Hummmm”, disse ele completamente doido. Ele estava tão cheio de tesão que quase se vinha na minha boca.
Ele pediu-me para parar e disse que me ia compensar. Deitou-me na cama, de barriga para cima, tirou-me a blusa e a saia. Fiquei apenas com o meu soutien preto e o fio dental preto. Tirou-me as mamas de dentro do soutien, beijou-as, lambe-as, mordiscou os mamilos e, enquanto isso, colocou a mão dentro das cuecas e sentiu a minha coninha já húmida. Comecei a gemer, estava a saber mesmo bem. Em seguida, ele tirou-me as cuecas, abri-me as pernas e beijou-me a coninha. Depois deu pequenas lambidelas nela. Enfiou a língua dentro dela e senti o piercing da língua dele a roçar no clítoris. Nunca tinha sentido nada assim. Era espetacular. Era delicioso. À medida que o prazer aumentava, eu gemia cada vez mais alto. Ele não aguentou e tirou a boca da minha cona saborosa e enfiou o pau duro dele dentro de mim. Ele fodeu-me bem de força. Estava a adorar.
De repente, ele tirou-o de dentro de mim e pediu-me para eu me colocar de quatro para ele. Eu assim o fiz e ele não hesitou e penetrou-me novamente com força. Acho que os nossos gemidos se ouviam na vizinhança. A cama quase parecia que se ia partir e batia na parede a um ritmo forte e que cada vez se tornava mais rápido. Sem avisar, ele veio-se dentro de mim e eu vim-me logo de seguida.
Deitámo-nos, beijámo-nos, ficamos a olhar um para o outro a pensar no que tínhamos feito e, parvamente, sorrimos um para o outro e começamo-nos a rir.


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