Chego à estação e encostado a um muro lá estava o Afonso à minha espera. Foi a primeira vez que o vi pessoalmente, ele é um pouco mais velho do que estou habituada e baixinho, mas tem uns olhos e um corpo... Bem... Saio do carro, vestida com uma saia preta e uma blusa com um decote considerável e com umas botas de salto alto. Por baixo, fio dental azul com o soutien a combinar. Assim que me viu não hesitou, veio ter comigo, beijou-me e agarrou-me bem o rabo. "Ui que maravilha" disse ele e eu apenas sorri. De seguida, fomos para o carro dele e rumámos a Coimbra.
Pelo caminho não resisti e meti-me com ele. Comecei logo a passar a mão no pau dele e mal passava a mão aquilo levantava logo. Deixava-o bem teso e bem doido mas quando ele estava mesmo no ponto eu parava. Isto fazia com que ele ficasse com uma vontade louca de me foder e eu adoro deixar um homem assim. Uma das vezes que parámos nuns semáforos ele já estava tão doido que pegou-me pelo pescoço e disse "anda cá chupar-me o pau sua putinha safada". E eu assim o fiz. Estavam carros parados atrás e à nossa frente mas eu não queria saber, só queria chupar aquele pau bem duro.
Quando chegámos a Coimbra fomos logo para o hotel onde ele estava hospedado. Mal entrámos no quarto ele obrigou-me a ajoelhar à frente dele, colocou o pau dele de fora, agarrou-me no cabelo e obrigou-me a engoli-lo todo. Ele estava tão duro e tão louco. Tirou o cinto fora, colocou-o à volta do meu pescoço e enfiou o pau dele na minha boca. Depois tirou-o, cuspiu-me na cara e perguntou "Queres mamar este caralho, sua puta?". Eu respondi imediatamente que sim. Voltou a enfiá-lo todo na minha boca. "Vou-me vir. Abre bem a boquinha!", disse ele e eu fiz o que ele me mandava. Esporrou-se todo na minha cara e na minha boca.
Mandou-me despir toda e começar a meter o vibrador que ele ia só ao carro e já voltava. Apeteceu-me ser desobediente então mantive-me vestida e simplesmente deitei-me na cama. Quando chegou, ficou chateado. Veio ter comigo, rasgou-me a roupa, obrigou-me a por-me de 4, baixou as calças dele, agarrou-me as ancas e enfiou-mo todo de uma só vez. Eu soltei um gemido bem alto. Ele disse-me "Puta desobediente, agora vais pagar." e mandou-me uma valente palmada no rabo. Pegou no cinto dele e foi-me batendo com ele enquanto me enfiava aquele pau duro e grosso na minha coninha. De seguida pegou em mim, encostou-me à janela do quarto, colocou o cinto à volta do meu pescoço e continuou a foder-me com força. Não sei bem se estaria alguém a ver mas também pouco me importava. Estava a saber tão bem... O calor de toda aquela sessão e o frio da janela nas minhas mamas ainda me deixava mais doida. Pegou-me novamente e meteu-me no chão de barriga para cima. Primeiro agarrou-me nas pernas enquanto o metia todo dentro de mim e depois agarrou-me mas mamas. Eu gritava de prazer, cada vez mais alto e cada vez mais louca. "Vem-te para cima de mim", pedi-lhe eu e ele tirou-o rapidamente de dentro de mim e esporrou-se todo na minha barriga, nas mamas e na minha cara. Veio-se tanto, nunca tinha visto algo assim.
Achámos melhor irmos tomar um banho. Fomos para a banheira e eu como uma putinha obediente que sou (às vezes), dei-lhe banho a ele, depois lavei-me e ainda aproveitei para o chupar mais um pouco. Depois limpámo-nos e fomos para a cama.
Estava eu muito bem a aproveitar o conforto daquela cama de hotel, quando ele decidiu esconder-se debaixo dos lençóis e começar a fazer-me um minete. Gritei tão alto, agarrei-lhe o cabelo e em pouco tempo vim-me toda na boca dele. Ele, logo de seguida, levantou-me as pernas para trás até tocar com os pés na parede e começou a passar a cabecinha na minha cona encharcada. Ele andava só assim, a provocar. Eu comecei a suplicar-lhe que me fodesse com força. Ele deu um sorriso de safado e continuou assim só a roçar. "Não queres foder esta coninha boa? Fode-me toda! Fode esta coninha de puta!", suplicava eu e ele não resistiu e enfiou-o todo, bem fundo. Enquanto ele me fodia com força assim, eu arranhava a parede e os lençóis da cama. Era tão bom. Pediu-me para me pôr de 4 e eu assim o fiz. Começou a comer-me a coninha e, de repente, enfia-o no meu cuzinho. Soltei um grito bem alto mas ele continuou. Não foi preciso muito para se vir todo no meu cuzinho. Que sensação... aquele leitinho no meu cu e depois a escorrer pela minha coninha... Ele apreciava todo aquele momento.
Infelizmente já estava na hora de eu me ir embora. Despedimo-nos mas com a promessa de um "remake".

Interessante...
ResponderEliminaramei mais uma vez... parabéns pelo conto!!
ResponderEliminarcheira-me a paneleiro.....
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