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Conto dentro de um conto


Estava eu toda nua deitada na cama com a minha querida ventoinha ligada para afastar este calor todo, quando o meu telefone toca. "Desconhecido... humm será que atendo? Sim!", pensei eu.
Desconhecido - Olá Carolina
Eu - Quem fala?
Desconhecido - Daqui fala o João, deste-me o número no badoo. Podemos falar?
Eu - Acho que sim...

Não sabia bem o que esperar daquela conversa, mas acabámos por falar durante largas horas. Senti uma segurança (e um pouco de tesão também) ao falar com aquele "João", a ponto de começar a contar aventuras pessoais.

Eu - Uma vez fui ter com um gajo no Porto, cheguei ao pé dele e ele beijou-me logo. Depois fomos para o parque das 7 bicas, ele voltou a beijar-me e eu beijei-o de volta. Beijos longos e quentes. Comecei a ficar com vontade. Ignorando o facto de estarmos num parque público, fui para o colo dele e beijei-lhe o pescoço, enquanto "dançava" no colo dele.

João - Humm.. continua...

Eu - Ok. Coloquei a minha mão sobre o pau dele por cima das calças. Senti-o muito duro. Sorri e continuei a beijá-lo. De repente ele pediu-me para parar. Tinha aparecido alguém no parque. A senhora veio em direção a nós e disse que tínhamos de sair dali porque ia fechar os portões. Não sei se terá visto algo, mas penso que não. Fomos para um outro parque, só que este era mais descoberto e perto do metro. Mas eu já estava tão excitada que não quis saber. Empurrei-o para cima do banco e fui novamente para o colo dele. Ele ainda continuava duro. A tesão era tanta que não aguentei, saí de cima dele, debrucei-me no colo dele, abri o fecho das calças, peguei naquele pau duro e grande e dei uma pequena lambidela. Depois lambi-lhe a cabecinha, lambi o pau, meti-o todo na boca e comecei a chupá-lo lentamente. Ele ficou maluco. Mas, de repente, tivemos de parar. Alguém se aproximava. Decidimos esconder-nos atrás de uma árvore. Eu ajoelhei, encostada à árvore, ele meteu as mãos na árvore e aproveitava o broche. Chupei-o todo, bem forte, bem gostoso. Cada vez mais forte até ele não se aguentar mais e se vir na minha boca.

João - Ui tão bom. Já tou todo duro, só de me imaginar no lugar dele.

Eu - Espera... ainda não acabei. - disse eu com um sorriso maroto - Bebi aquele leitinho todo, levantei-me, virei-me de costas para ele (ainda encostada à árvore) e baixei um pouco as calças. Ele disse que eu tinha de esperar um pouco, mas eu agarrei-lhe nas calças e puxei-o contra o meu rabo. Ele delirou quando viu que eu estava de fio dental. Começou logo a mexer nele, a agarrar e até umas palmadinhas deu. Não foi preciso muito para ficar duro novamente.

João - Acredito. Com esse cuzinho... humm. Posso ir batendo uma enquanto contas a história?

Eu - À vontade. Até porque eu também estou a mexer no meu peito.

João - A sério?

Eu - Sim. Adoro mexer nelas, são tão fixes. E também porque esta cena dá-me sempre vontade cada vez que penso nela.

João -  Mas continua...

Eu - Ok. Comecei a sentir o pau dele a roçar no meu rabo. Desviou o fio um pouco para o lado e meteu-o lentamente na minha coninha. Eu soltei um gemido e ele rapidamente tapou-me a boca. Não convinha que ninguém nos ouvisse. Continuou-me a foder bem forte contra a árvore e eu a conter-me para não gritar de prazer. Não aguentei mais e acabei por me vir.  Ele tirou o pau dele molhado de dentro de mim e começou a passar a cabecinha no meu cuzinho. Disse-lhe que era melhor não. Mas ele não ligou. Sem que eu desse por isso, enfiou-o no meu cuzinho. Desta vez não aguentei e soltei um grito bem alto. Ele ficou quieto, com o pau dentro do meu cu, a espreitar para ver se vinha alguém. Depois continuou devagarinho e não aguentou muito mais, acabando por se vir no meu cuzinho. Vestimo-nos, mostrei-lhe que estava cheia de cenas da árvore dentro da minha camisola e ele riu-se. Despedimo-nos e voltei para casa de metro, toda molhada.

João - Foda-se que tesão!

Eu - Eu sei... já tou toda húmida. Acho que vou brincar.

João - Brincar?

Eu - Sim. Vou buscar o meu vibrador e brincar com ele.

João - Posso ouvir?

Eu - Claro.

Comecei a meter o meu vibrador na minha coninha, enquanto massajava os bicos das minhas mamas. Gemia bem alto e ouvia o João a delirar do outro lado.

João - Vem-te para mim, putinha.

Comecei a meter o vibrador mais depressa e a gemer cada vez mais rápido e mais alto. De repente, vim-me. Que orgasmo! Vim-me tanto... E o João também se veio ao mesmo tempo.

João - Adorei ouvir-te gemer. Quero estar contigo pessoalmente.

Eu -  Humm... tenho de pensar nisso...



Comentários

  1. Imaginação é sempre arma muito poderosa. Assim como a voz excitada do outro lado. Sem duvida subvalorizados

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