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Venham mais cinco


Eu estava em casa no computador a ver uns filmes pornográficos quando o Filipe me ligou. Ele também estava todo excitado e com vontade de fazer um sex-phone, por isso, começou a dizer aquelas coisas que ele bem sabe que adoro ouvir. Chamou-me de sua putinha e disse que me queria foder a coninha toda e eu disse-lhe que queria chupar-lhe aquele caralho enorme todo. Ele continuou a dizer o que me fazia enquanto eu metia o vibrador na minha cona já húmida de tesão. Comecei a gemer ao sentir o vibrador a entrar e a sair e quanto mais rápido eu o metia dentro de mim mais rápido eram os meus gemidos e, o Filipe, começou a ficar mais excitado e a bater com mais força até nos virmos os dois ao mesmo tempo.

Depois ficámos um pouco na conversa e ele convidou-me a ir à terra dele, mas que se eu queria lá ficar a dormir teria de ser em casa de um amigo dele e o amigo também tinha de dormir connosco. No início hesitei, mas acabei por concordar.

No dia combinado, lá fui eu no meu carro sozinha ter com o Filipe e o amigo, o Fausto. Quando lá cheguei eles vieram ter comigo e disseram-me que iam buscar o carro e já aqui passavam para eu os seguir. Estava à espera deles no meu carro, quando o Filipe me liga e diz para seguir um carro que ia agora passar por mim. Disse-lhe que sim e, logo de seguida, vejo o carro que acaba por parar ao meu lado. Espreitei lá para dentro mas nem sinal do Filipe, nem do Fausto. O condutor do carro baixou o vidro e perguntou-me se eu estava perdida. Disse-lhe que não e ele perguntou o que estava eu ali a fazer. Disse-lhe que estava à espera de uns amigos e ele disse-me para o seguir. Hesitei, liguei ao Filipe e ele disse para os seguir. Já estava a prever o que viria depois mas mesmo assim fui fazendo o que o Filipe me pediu. Segui o carro, que me levou para um sítio calmo e sem ninguém perto. Logo de seguida, param mais dois carros à nossa frente, num vinha o Filipe e o Fausto e no outro vinha um outro rapaz. Chegaram-se todos perto de mim e o mais velho do grupo, o Célio, apresentou o resto do grupo, o Zeca e o Elídio, e perguntou-me como eu me chamava e de onde era. Respondi e começámos todos na conversa, apesar de eu estar um pouco intimidada com aquela situação. O Célio perguntou-me onde ia ficar e, quando lhe disse que ficava com o Filipe e o Fausto, ele perguntou se havia espaço para mais 3. Sorri e disse-lhe que achava que era muita gente, mas ele disse que se arranjava maneira. Depois virou-se para os rapazes e disse-lhes para eles verem o material e começou-me a apalpar as minhas mamas e os outros logo se juntaram mais perto de mim e vieram ver o “material”. Eu apenas sorria, achei uma situação marada, mas estranhamente deliciosa.

Depois o Célio disse que o melhor era irmos para o carro dele que estava mais quentinho. Dissemos todos que sim e lá fomos. O Célio no lugar do condutor, eu no do co-piloto e os outros 4 no banco de trás. Ainda brinquei e disse-lhes que como não cabiam todos no banco de trás, eu iria para a mala e outro tomava o meu lugar. Gritaram todos em uníssono “NÃO!”. Ri-me e depois eles riram-se comigo.

Perguntei o que viria depois e o Célio disse que íamos aquecer um pouco e que eu podia começar a fazer-lhe um broche. Perguntei se eu lhe ia fazer um broche e eles os 4 ficavam no banco de trás a ver e ele disse que sim, mas que depois um deles trocava de lugar com ele e assim sucessivamente. Ri-me mais uma vez. Um dos rapazes que estava atrás, o Elídio, aproveitou para me aproveitou para me apalpar as mamas e os outros foram atrás. O Célio desapertou-me as calças e colocou a mão na minha coninha já húmida. Eu comecei a gemer baixinho e o Filipe e o Fausto saíram do carro e vieram para a minha janela apalpar-me o corpo todo. De repente, o Filipe abre a porta do meu lado e o Elídio pega no caralho, tira-o dentro das calças e mete na minha boca. Comecei logo a fazer o que tanto adoro. E ele a delirar. O Filipe perguntou se eu estava aprovada e o Elídio disse entre gemidos que sim, que eu percebia mesmo bem daquilo e que era dos melhores broches. Eu ri-me e continuei a mamá-lo.

De seguida, o Célio, disse que também queria experimentar e assim foi. Tal como fiz ao Elídio, comecei logo a mamar aquele caralho e ele a gemer e a ficar doido. De seguida, veio o Zeca. E assim, sucessivamente, todos experimentaram e depois comentaram que eu chupava mesmo bem. Mais uma vez ri-me e voltei a pegar no caralho do Elídio e voltar a mamá-lo. Tinha adorado mesmo aquele caralho. Bem grande, ligeiramente grosso e bem gostoso. Desta vez comecei a mamar bem de força e ele acabou por se vir na minha boca com um gemido doido, que até o resto do pessoal se desmanchou a rir.

A seguir, veio o Zeca e eu também o chupei até ele se vir na minha boca. Pedi uma pausa para fumar um cigarro e descansar o maxilar.

Enquanto eu fumava, o Filipe aproveitava e aquecia a mão na minha cona quente e húmida. Depois veio o Elídio apalpar-me as mamas. Acabei por desistir do cigarro e deitei o resto fora. O Elídio sentou-se no banco de trás e pediu-me para o chupar. Eu assim o fiz e o Célio e o Filipe aproveitaram para me tirar as calças, baixar o fio dental e o Célio começou a foder-me a cona enquanto eu chupava o Elídio. Disse que adorava a minha cona e que era bem apertadinha. Depois o Elídio veio me foder e o Zeca foi para o lugar dele. Chupei o caralho todo do Zeca enquanto sentia o caralho grande do Elídio a foder-me a coninha toda. E sabia tão bem que não aguentava e tirava a boca do caralho e gritava bem alto de prazer. O Zeca acabou por se vir na minha boca e o Fausto foi para o lugar dele. E enquanto isso o Célio voltava ao ataque e fodia a minha cona com força.

Depois o Filipe disse que também me queria foder. O caralho do Filipe também era tao grande e gostoso e mais uma vez não me contive e gemia e chupava o caralho do Fausto. O Fausto acabou por se vir na minha boca e o Célio tomou o lugar dele. Eu a chupar o caralho do Célio e o Elídio e o Filipe a disputar a minha cona. Já me começava a doer as pernas e o maxilar quando pedi outra pausa para tabaco. Sentei-me no lugar do co-piloto a fumar, enquanto eles foram conversar para outro sítio. Mas, para minha surpresa, o Elídio ficou ao pé de mim e estivemos a falar e até engracei com o rapaz e, principalmente, com o pau dele. Puxei-lhe nas calças, agarrei-lhe no pau e chupei mais um pouco. Era mesmo delicioso aquele caralho.

O resto do pessoal veio logo mal se aperceberam que eu já o estava a chupar. Todos de pau de fora a bater enquanto eu o chupava. Depois, o Célio chegou-se perto e disse para eu o chupar. Mas eu continuei a chupar o caralho do Elídio. Ele riu-se e disse “Ela não quer largar o meu caralho, por isso deixa a estar que eu tou a adorar!”. Ri-me e pensei para mim mesma “E é que não quero mesmo largar o pau dele, é delicioso.” Mas passado uns minutos, começaram todos a dizer para o largar porque ele nunca mais se vinha e eles também queria. Chupei mais uma vez a cada um deles e depois fiquei apenas a chupar o do Célio e do Elídio, enquanto os outros 3 tiravam fotos e filmavam. Chupei primeiro um depois o outro e depois, a pedido dos outros 3, chupei os dois ao mesmo tempo. E fui chupando até o Elídio se vir para as minhas mamas. Continuei a chupar o caralho do Célio até me doer mesmo o maxilar. Novamente, pausa.

O Filipe, o Fausto e o Zeca disseram que tinham de ir e despediram-se de mim. E eu fiquei com o Elídio e o Célio. Fomos para dentro do carro do Célio e eu deitei-me no banco, o Célio colocou-se por cima de mim pronto para me foder e o Elídio foi para o banco de trás e colocou o pau dele perto da minha boca. O Célio tirou-me a roupa e penetrou-me logo com força. Eu soltei um enorme gemido e enquanto ele me fodia eu pedia mais e gritava para ele me foder com força. E ele dizia que eu era uma cabra boa e uma grande putinha. Fodeu-me mesmo com muita força e eu ia gemendo e chupando o caralho do Elídio. Apesar de estar a adorar aquilo, eu desejava que fosse antes o Elídio a foder.

Quando o Célio se veio, eu disse ao Elídio para ir para o lugar dele… queria voltar a sentir aquele caralho dentro de mim. Ele assim o fez, penetrou-me violentamente e, comparado com os outros, o Elídio, era o que me deixava mais doida e por isso agarrei o corpo dele e apertei-o contra mim, enquanto ele me fodia, e arranhei-o. Isso foi de tal maneira excitante, tanto para mim como para ele, que gemíamos loucamente e viemo-nos os dois ao mesmo tempo, enquanto o Célio nos observava e incentivava.

Vestimo-nos, dei o meu número ao Elídio, a pedido dele, e despedimo-nos com um beijo na cara e eles foram-se embora enquanto eu ligava ao Filipe para lhe dizer que ele era um doido por me meter nestes filmes. Ele interrompeu-me e disse-me para ir ter a casa dele que queria estar comigo a sós. Assim o fiz e quando lá cheguei ele veio para o meu carro e comecei chupar o caralho dele já duro. Ele disse que queria foder a putinha dele . Fomos para o banco de trás do meu carro, tirei a roupa, posicionei-me de quatro, ele agarrou nas minhas ancas e penetrou-me com força. Eu gritava de prazer e ele chamava-me de puta, porque ele sabe que eu adoro. O carro abanava, os vidros embaciavam e eu quase a vir-me quando o telemóvel dele tocou. Era a mãe dele. Pelos vistos tinha topado que ele estava fora de casa com alguém. Ele despediu-se com um beijo rápido e foi para casa ainda a apertar as calças e eu peguei no carro e rumei a Viseu.

Cheguei a casa ainda doida com emoção daquela noite, quando de repente ouço aviso de mensagem do meu telemóvel… era o Fred, um rapaz que já há muito que insistia para me conhecer. Perguntou se podia ser hoje, disse-lhe que estava cansada mas ele continuou a insistir e eu frisei que era apenas para me fazer companhia. Ele disse que só me queria conhecer. “Ok então.”, Disse eu.

Cinco minutos depois, já estava à minha porta. Ele entrou, eu deitei-me na cama e ele deitou-se ao meu lado. Falamos, ele aproximou-se de mim e beijou-me. Perguntei-lhe que estava a fazer e ele respondeu “Não te acreditavas quando eu dizia que era doido por ti, aqui tens a prova” Pegou na minha mão e colocou em cima do caralho dele, já duro e grande. Eu não sabia que dizer, ele disse que queria muito estar comigo e perguntou-me se eu o queria chupar. Na brincadeira e para ser mazinha, disse que não sabia, mas que tentava. Comecei a chupá-lo e ele ficou maluco. Riu-se para mim e disse “Com que então não sabes chupar? Sabes é chupar de mais! Adoro!”. Ri-me e continuei. Ele disse para eu tirar a roupa toda, assim o fiz e ele colocou-se por cima de mim. Eu de pernas abertas de barriga para cima e ele por cima de mim a pegar no caralho e a mete-lo mesmo na entrada da minha cona. Lentamente foi-me penetrando. Eu gemia suavemente ao ritmo das penetrações. Disse-lhe que queria de 4. Posicionámo-nos, ele agarrou nas minhas ancas e penetrou-me, novamente, lentamente. Eu não aguentei, eu queria com força, por isso movimentei-me, mexi a minha cona para a frente e para trás, para cima e para baixo, até em movimentos circulares. Ele ficou doido, mas pediu-me para ter calma, senão vinha-se rápido. Trocámos de posição. Ele deitado de barriga para cima e eu em cima dele. Saltava com força no pau dele e ele mexia e lambia os bicos das minhas mamas. Viemo-nos os dois ao mesmo tempo. Ele vestiu-se, deu-me um beijo na testa e foi-se embora.

Deitei-me novamente completamente esgotada, quando novamente ouço um sinal de mensagem. Fui ver a mensagem: “amanhã às 14h tou em tua casa para te foder”, respondi “ok” e adormeci.

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