Estava num daqueles dias em que me sentia mesmo triste. De repente a campainha toca. Era o Leandro. Abri-lhe a porta, ele entrou no meu quarto e sentou-se ao meu lado. Passou a mão pelo meu cabelo e disse que tinha muitas saudades minhas. Eu sorri.
De seguida, ele aproxima-se de mim e beija-me. Eu beijei-o de volta. As nossas línguas brincavam uma com a outra. As mãos dele percorriam o meu corpo. Ele beijou-me no pescoço e, depois, no peito. Eram beijos quentes e carinhosos. Deitei-me e ele deitou-se bem junto a mim. Abraçou-me e voltou a beijar-me. Eu passei a mão pelas costas dele, depois pelo peito e depois pelo alto nas calças dele. Ele parou por uns breves segundos, esboçou um sorriso maroto e, de seguida, deu-me um beijo ardente, cheio de desejo. Tirou-me a camisola e passou as mãos na minha barriga e no peito para sentir a minha pele. Eu fiquei arrepiada, mas com ainda mais desejo. Tirei-lhe a camisa e beijei-lhe de imediato o peito. Desapertei o cinto e as calças e comecei a tirá-las. Nos bóxeres via-se um alto bem grande e quando o vi, fiquei doida. Então tirei-lhe os bóxeres e peguei no caralho grande dele e meti os lábios à volta dele. Humm adoro sentir um caralho deste na minha boca. Comecei logo de seguida a chupá-lo. Leandro contorcia-se e gemia. Eu olhava-lhe nos olhos e sentir prazer em vê-lo doido de tesão. Ele olhou para mim, sorriu, pegou no meu cabelo e obrigou-me a chupá-lo com mais força. Tirei a boca do caralho dele, mas continuei a bater, enquanto eu descia mais um pouco e começava a lamber-lhe os colhões. Brincava com eles e lambia-os. Leandro estava em êxtase.
Quando vi que ele estava quase para se vir, parei. Tirei as minhas calças e o fio dental. Ele aproveitou logo para passar a mão na minha coninha, já húmida. Mal senti os dedos dele na minha cona, fico excitada e comecei a gemer. Depois ele agarra uma das minhas mamas e começa a lamber e a chupar. Eu começava a ficar descontrolada. Afastei-o e coloquei-me logo por cima dele. O caralho dele na minha cona e as mãos dele nas minhas mamas. E comecei a saltar com força no pau dele. Sentir aquele caralho grande a entrar na minha coninha apertadinha, era uma delícia. Eu gritava de prazer. Quanto mais ele me mexia nas mamas, mais eu saltava no caralho dele. Dobrei-me por cima dele e segredei-lhe ao ouvido: “ Ai cabrão, adoro que fodas a cona. Fode-me agora com força de 4”. Ele disse um “Puta” sorrindo e meteu-se logo por trás de mim. Agarrou-me com forças nas ancas e penetrou-me com força. “Fode-me cabrão!”, gritava eu. E ele ficava mais doido e fodia-me com mais desejo que nunca. Por vezes, dava umas palmadas no meu rabo e ia dizendo: “Puta”, “Foda-se que cona boa que tens!”, “Adoro comer-te toda”. E eu, tal como ele, ficava ainda mais doida. Eu agarrava os lençóis, arranhava a cama, gritava, gemia,.. . e tudo devido a tesão e a loucura que estava a sentir no momento.
Ele fodeu-me com toda a força. De repente, ele disse-me que não aguentava mais, que se queria vir. Eu disse: “Vem-te, cabrão, vem-te na minha cona!”. Leandro veio-se logo de seguida. Eu senti o leite dele na minha cona e quando ele tirou o caralho dentro de mim, eu senti aquele leite toda a escorrer pela minha coninha abaixo. Os lençóis ficaram todos molhados.
Deitamo-nos no único sitio onde não estava molhado, agarrados um ao outro. Ele sorriu para mim, passou a mão pelo meu cabelo e beijou-me mais uma vez.
Eu beijo-o de volta e perguntei: “Vamos a outra?”

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