Fui pela primeira vez conhecer o Dário. Falámos muitas vezes pela net, mas só agora conseguimos nos encontrar. Tomámos café, falámos, rimos e combinámos um encontro para esse mesmo dia.
Quando chegou a hora, ele foi-me buscar a casa no seu jipe e levou-me a passear. Fomos até um sítio mais sossegado para estarmos à vontade. Eu pensei que era só para falar, mas estava a ser demasiado ingénua. Mal teve oportunidade, começou a beijar-me. E que bem que ele beijava… Beijos doces e carinhosos e ao mesmo tempo muito fogosos. Eu deixei-me ir no momento e beijei-o de volta. De repente, ele salta para o meu lado e baixa o banco onde eu estava encostada. Continuou a beijar-me. Beijou-me os lábios, o peito, a barriga e depois de volta para cima. Disse que adorou conhecer-me e que eu era muito gostosa. Eu ri-me. Disse-me que adorava fazer amor comigo. Ainda pedi para ele ter calma mas ele disse que era impossível ter calma comigo ali. Então disse-lhe 3 palavrinhas que o deixaram doido… “Fode-me de quatro!”. Virei-me de costas, mãos na parte de cima do banco, rabo empinado, ele baixou-me as calças e as cuecas, beijou o meu rabo, pegou no pau dele e penetrou-me com força. Eu gritava, os vidros embaciaram, ele fodia-me com força e o carro fartava-se de abanar. Estava a saber mesmo bem, mas infelizmente tivemos de parar… Eu tinha de ir embora antes das 19h, que nem uma Cinderela antes da meia-noite (mas uma Cinderela marota).
Ele levou-me à estação, despedi-me dele com um beijo e vim embora para casa ainda a tentar acalmar a tesão com que estava.
Passei a noite toda a pensar naquela foda inacabada que me estava a saber maravilhosamente. E até tive de buscar o meu vibrador para brincar com a minha coninha durante a noite. Meti-o a vibrar no meu clitóris, dentro de mim, nos bicos das minhas mamas,… sempre a variar até me vir num orgasmo explosivo, sempre com a imagem daquela fodinha na minha mente.
No dia seguinte, o Dário fez-me uma surpresa e apanhou o autocarro para vir ter comigo. Fui buscá-lo à estação, trouxe-o para minha casa e mal entrámos no meu quarto, ele encostou-me à parede e começou a beijar-me. Beijos quentes e que me faziam antever o que viria depois. Mas eu quis deixá-lo mais doido, empurrei-o para cima da cama, tirei-lhe as calças e os bóxeres e comecei a chupá-lo. Ele só conseguiu dizer “És mesmo doida…”. Beijei, lambi, chupei o pau dele como se a minha vida dependesse disso.
Completamente maluco, sentou-se na cama, começou a tirar a minha roupa até eu ficar completamente nua, deitou-me na cama, colocou-se por cima de mim e continuou a beijar-me, enquanto pegava no seu caralho e passava a cabecinha na minha cona húmida. Isso fazia com que eu também ficasse ainda mais doida. De repente, penetrou-me com força. Eu tenho vizinhos, mas não queria saber, quanto mais forte ele me dava mais eu gritava e pedia por mais. Depois, fodeu-me de lado. De novo, ele por cima de mim. Chupei mais um pouco, agora com o sabor da minha cona. Meti-me de 4, a abanar o cuzinho para ele, ele mordeu o lábio, agarrou-me nas ancas e fodeu-me com força. Eu, quase no auge, gritava para ele me foder com força e para foder-me a coninha toda. Ele chamou-me ordinária, deu umas valentes palmadas no meu rabo e nós acabámos por nos vir os dois ao mesmo tempo. Caímos para o lado, que nem coelhos depois de foder, abraçámo-nos e sorrimos um para o outro.
Nesse dia, o Dário acabou por ficar a dormir na minha casa e fodemos aí umas 15 vezes nas 24 horas que ele passou comigo…
Fodemos de todas as maneiras… de 4, ele por cima, eu por cima (eu adorei a parte em que ele me pegou nas ancas e agarrou com força quando se estava a vir e adorei ver a cara dele enquanto isso acontecia), de lado, 69, atravessado e até de algumas maneira que não sei definir. Fazia-lhe um broche sempre que podia, fosse em que sítio fosse e ele delirava sempre que o provocava dessa maneira.
Houve mais provocações… quando eu estava a fazer o almoço ele agarrou-me por trás e roçou-se no meu rabo, quando estávamos a ouvir música eu mexia e roçava o meu rabo no pau dele, a vestir o soutien, no meio da rua fazia festas no caralho dele, ele apalpava-me o rabo,… Mas sempre que estávamos por casa fodíamos quantas vezes desse.
Veio-se na minha cona, no meu cu, na minha boca, nas minhas mamas,… E cada vez que fodíamos, a performance de ambos melhorava e o prazer era cada vez maior. Até o calão era pior… ele começou por chamar-me ordinária, cabra doida e, na última vez, chamou-me minha puta gostosa.
Quando ele teve que ir embora, ficámos os dois tristes, mas ele foi com a promessa de voltar e repetir a dose.

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