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Cona da Tia


Noite para sair com a melhor amiga, noite para curtir e para dançar. Fomos até um baile aqui perto, encontrei velhos amigos, fiz novos amigos e encontrei um velho amigo especial, o Bernardo.

Veio ter comigo e perguntou se queria beber uma mini. Disse-lhe que sim, ele foi buscar, voltou e ficámos na conversa. Ele disse que eu estava uma delícia e que tinha saudades dos meus broches. Meti-me com ele e disse que também tinha saudades de sentir o caralho dele duro dentro de mim, de sentir ele a foder-me com força e de sentir o caralho dele na minha boquinha. Ele sorriu para mim e disse que já o tinha deixado com tesão, olhei para baixo e notei um “volume” nas calças dele, ali em pleno baile.

Disse-me que tinha deixado as luzes do carro ligado e se eu queria fazer-lhe companhia. Disse-lhe que não, já sabia as intenções dele e não queria parecer demasiado fácil. Ele foi embora, eu fui ter com os meus amigos. Mandou-me uma mensagem a dizer que ainda estava a minha espera e eu pensei “Que se foda! Eu gosto muito de sexo, estou cheia de vontade e na verdade, eu sou fácil.”.

Fui à procura dele, mas ele acabou por vir ao meu encontro de carro. Apanhou-me e fomos para um sítio mais sossegado. Parámos no meio de uma rua cheia de casas, mas com pouca luz. Ele desligou o carro, tirou o cinto, voltou-se logo para mim e beijou-me ferozmente. Eu beijei-o de volta. Eram as mãos dele no meu peito, nas minhas pernas, na minha coninha e as minhas mãos no peito dele, nas pernas, nas costas, no cabelo e no caralho duro. Ele disse que não aguentava e começou a desapertar as calças. Eu peguei no caralho dele dentro dos bóxeres e comecei a chupá-lo com força, como sei que ele adora. Chupei e chupei e ele dizia “Foda-se que boquinha!”, “Que saudades!” e, como ele costuma dizer sempre, “Cona da tia!”.

Puxou-me o cabelo, beijou-me e disse que tinha de foder a minha coninha. Eu disse-lhe que ali naquele carrinho pequeno era capaz de não dar. Ele disse que não queria saber, só queria sentir a minha cona molhada e quente. Eu tirei as calças e as cuecas, debrucei-me sobre o banco, ele pôs-se por detrás de mim e começou logo a penetrar-me com força. Fodeu-me sem parar, enquanto eu gritava por mais e os vidros começavam a ficar embaciados. Continuou a foder a minha cona com muita força, beijou o meu pescoço, agarrou o meu cabelo e disse “Pede por mais minha putinha!”. E eu voltei a gritar “Fode-me! Fode-me com força!”.

Tirou o caralho de dentro de mim com força, sentou-se no banco e disse “Vem-me mamar até eu me vir”. E eu assim o fiz. Com o rabo no vidro do carro e com a boca no caralho do Bernardo, eu mamei o caralho dele até ao fundo. Ele contorcia-se, gemia, gritava, agarrava-me no cabelo, etc… Até que por fim, eu comecei a sentir enormes jactos na língua e no céu da minha boca. Quando ele parou, eu tirei os lábios do caralho dele, engoli aquele néctar delicioso, lambi os lábios para aproveitar tudo e dei-lhe um beijo.

Vestimo-nos e arranjámo-nos para voltar para o baile. Olhei para o vidro e tinha lá a marca do meu cu marcada. Ri-me, o Bernardo também, olhou para mim, disse que eu era mesmo uma doida e levou-me de volta ao baile.

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