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Fodi-te, não fodi?


Esta aventura tem duas partes…

A primeira passou-se quando um rapaz, de nome César, me convidou para sair. Veio-me buscar a casa e levou-me para um sítio espectacular, um parque há beira de um rio num dia de sol maravilhoso. Conversámos, rimos, brincámos, ele espreitou várias vezes para o meu decote pensado que eu não o topava, etc… Até que ele quis cuscar o meu telemóvel… Nele eu tinha alguns pequenos vídeos pornográficos caseiros. Ele ficou boquiaberto com a minha performance e eu consegui vislumbrar o caralho dele duro nas calças. Chegou-se perto de mim e tocou-me no peito e sentiu o meu mamilo duro, isto em pleno parque. Disse-me ao ouvido que estava a ficar muito calor ali que o melhor era irmos para o carro. Fomos e ele chegou-se perto de mim e disse-me que eu estava muito sensual, que parecia que eu me queria atirar a ele e fodê-lo ali mesmo. Disse-lhe que, por acaso, nem estava a pensar nisso. Disse-lhe que era melhor irmos para casa, visto que o clima estava a aquecer e ele era um homem comprometido.

Estávamos a caminho de casa quando, de repente, ele vira o carro para uma estrada sem saída e diz “eu não consigo aguentar”. Fomos para um sítio meio escondido perto do mato. Agarrou-me no cabelo e começou a beijar-me, enquanto me apalpava as mamas. Eu fiquei logo doidinha só com um leve toque dele. Perguntou-me se eu o queria chupar, disse-lhe prontamente que sim. Ele meteu-o de fora e eu comecei a chupá-lo, sempre com a mão dele agarrada no meu cabelo a dar uma “ajuda”. De repente, ele puxa-me para trás, diz que o melhor é ficar por ali. Eu supliquei-lhe para me deixar chupar mais, ele cedeu por breves momentos, mas de seguida voltou a recusar que o chupasse. Como não sou rapariga de deixar o serviço a meio, tentei mais uma cartada. Fiz beicinho e com a minha voz mais sexy disse: ”Por favor, deixa-me chupar esse teu pau delicioso. Quero-te tanto. Vem dar-me leitinho na minha boquinha…”. Ele estremeceu, mas não se deixou ir. Quis que assim ficasse para me deixar marcada e eu ficar durante dias a desejá-lo e sem o conseguir tirar da cabeça.

A verdade é que resultou… E aí temos a segunda parte da nossa aventura…

Depois de muitos dias a provocá-lo com chamadas eróticas e com fotos e com vídeos, devido a ansiedade de voltar a estar com ele e acabar o que tinha de acabar, ele veio ter comigo. Disse a mim mesma que desta vez não haveria de ficar novamente a meio… Fui-lhe abrir a porta com um vestidinho preto curto e com fio dental e soutien preto por baixo. Fingi que estava cheia de soninho e deitei-me na cama. Ele deitou-se logo do meu lado. Cheguei-me para ao pé dele, abracei-o e meti a minha perninha por cima das pernas dele. Ele olhou para a minha perna e começou a fazer-lhe festinhas e disse que tinha uma perna muto jeitosa. Comecei a roçar o meu corpo, doida de desejo, no corpo dele. Ele olhou para mim e beijou-me. Beijou-me os lábios, beijou-me o peito, tirou-me o vestido e as cuecas e continuou a beijar-me lentamente até chegar a minha coninha já húmida. Abriu-me completamente as pernas e começou a lamber-me e a chupar-me, e eu contorcia-me e gritava de prazer.

Depois de muito me lamber a cona, de muito a chupar e de muito meter os dedos, ele voltou a beijar-me de volta até aos meus lábios. Eu conseguia sentir o sabor da minha cona na boca dele. Hummm deliciosa. Depois foi a minha vez de lhe fazer um belo de um broche. Um gostoso, doce, quente, excitante e guloso broche. Quando o pau dele já estava bem duro e bem molhado, eu meti-me de 4 e pedi-lhe que me fodesse. Ele assim o fez. Meteu-se atrás de mim, agarrou-me nas ancas com força e puxou-me para ele. E eu ao sentir o pau dele grande e grosso a entrar, soltei um gemido bem alto e cravei as unhas na cama. Doida de prazer eu gritava “Fode-me… mais… com força… fode-me a coninha toda… Foda-seeee…” e ele sempre a dar-me com força. De seguida, trocamos de posição, ele deitou-se na cama e eu fui para cima dele “cavalgar”. Sentia o caralho dele todo lá dentro e isso deixava-me mais doida ainda. Enquanto eu saltava no pau dele, ele mexia nas minhas mamas e chupava os bicos. Continuei a saltar e saltar até que… ele esporrou-se todo para dentro de mim.

Deitamo-nos, lado a lado, fumámos um cigarro, olhámos um para o outro e eu disse-lhe: “Fodi-te ou não te fodi, afinal?” e rimo-nos.

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