Alberto convidou-me para um encontro. Vesti uma saia preta, uma blusa cinzenta, um soutien preto e um fio dental vermelho e fui ter ao sítio combinado, ele entrou no carro e ficámos lá a conhecermo-nos.
Durante o nosso encontro, Alberto ia passando as mãos pelo meu cabelo e pela minha perna e por vezes até fazia ligeiras investidas na minha direcção. Mas foi na altura em que ele quis ir comprar tabaco e eu não deixei , que ele começou a dar-me beijinhos à esquimó (nariz no nariz) e, depois, me beijou o pescoço. Eu mandei-o parar. Ele parou, mas pouco tempo depois, apercebendo-se que os beijos no pescoço me deixavam um pouco fora de mim e voltou a carga. Ele sempre a insistir e eu sempre a dar-lhe para trás. Por vezes aproveitava e colocava a mão no meu rabo e passava a mão na minha coninha, mas sempre em vão. Até que ele disse que desistia, mas minutos depois, disse que não aguentava e veio para cima de mim. Eu com um pé no rádio do carro e o outro ao pé do espelho lateral, começava a ceder. Até que ele decidiu começar a beijar-me as mamas, a chupá-las, lambê-las, mordê-las,… E eu deixei-me ir. Ele aproveitando-se da minha fraqueza, rapidamente tirou as calças e enfiou o caralho teso na minha cona húmida. Eu mandei um gemido bem alto, ele continuou a foder-me e eu continuei a gemer. Eram gemidos altos e ritmados. Fodeu-me com muita força até se vir. De seguida, fomos comprar tabaco.
Depois do tabaco comprado, fomos para uma antiga estação de comboio que estava completamente abandonada, sentámo-nos no muro do chão da plataforma e fumámos o nosso cigarro enquanto conversávamos.
Depois de fumar, levantei-me e dirigi-me a ele. Fui para cima dele, deitei-o no chão da plataforma e comecei a beijá-lo enquanto ia cavalgando por cima das calças dele. Comecei a senti-lo a ficar duro, então disse-lhe que era melhor ir para outro lado. Voltámos para o carro e fomos até um sítio mais sossegado. Continuei a beijá-lo e a passar a mão no caralho dele. Ele perguntou-me se eu sabia fazer um bico e eu (mazinha) disse-lhe que não. Pediu-me para experimentar para ver se eu conseguia. Peguei-lhe no caralho, beijei, lambi, chupei, voltei a passar a língua, voltei a chupar durante um pouco e, de seguida, perguntei-lhe se eu, afinal, tinha jeito. Ele disse que eu percebia muito daquilo e que tinha uma boquinha que era uma maravilha. Continuei a chupar mais um pouco e depois pedi-lhe para me foder de 4.
Saímos do carro, eu debrucei-me sobre o capô do carro e pedi-lhe para me foder. Ele levantou a minha saia e, imediatamente, começou a foder-me. Enquanto ele me fodia eu pedia-lhe para me foder mais forte e mais rápido. De seguida, ele pediu-me para colocar uma perna para cima, eu coloquei o pé em cima do capô do carro e ele voltou a agarrar-me e foder-me com força. Depois, disse que estava com saudades da minha boquinha maravilhosa e que queria que eu lhe chupasse mais um pouco. Eu assim o fiz, ajoelhei-me e chupei. Pouco depois, voltei a pedir-lhe para me voltar a foder. Tirei o fio dental, voltei a debruçar-me no capô do carro e ele voltou a agarrar-me na anca e a foder-me. Agarrou-me também nas mamas e apertou-me os biquinhos e, por vezes, metia-me a mão na boca para não se ouvir os meus gemidos, porque ali perto morava gente e, os meus gemidos, eram bem altos. Eu vim-me inúmeras vezes, adorava aquela adrenalina e adoro que me fodam assim, de quatro e à bruta. Entretanto, Alberto perguntou-me se tinha sede, disse-lhe que sim, ajoelhei-me novamente e abri a boquinha e ele veio-se dentro dela.
Ele estafado, puxou as calças para cima e sentou-se no carro. Levei-o a casa, beijei-o e eu, voltei para minha casa, sem fio dental e com a coninha a arder.

Um sonho de mulher. Mas algo raro e quase impossível de encontrar. Só mesmo em ficção ou sonho.
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